Hoje Trago em meu corpo as marcas do meu tempo Meu desespero, a vida num momento A fossa, a fome, a flor, o fim do mundo
Hoje Trago no olhar imagens distorcidas Cores, viagens, mãos desconhecidas Trazem a lua, a rua às minhas mãos
Mas hoje As minhas mãos enfraquecidas e vazias Procuram nuas pelas luas, pelas ruas Na solidão das noites frias por você
Hoje Homens sem medo aportam no futuro Eu tenho medo acordo e te procuro Meu quarto escuro é inerte como a morte
Hoje Homens de aço esperam da ciência Eu desespero e abraço a tua ausência Que é o que me resta, vivo em minha sorte
Sorte Eu não queria a juventude assim perdida Eu não queria andar morrendo pela vida Eu não queria amar assim como eu te amei
Compositores: Leila Toscano Pinheiro (Leila Pinheiro) (ABRAMUS), Renato Manfredini Junior (Renato Russo) (ABRAMUS)Editores: Legiao Urbana Producoes Artisticas Ltda. (ABRAMUS), Tacaca Music (ABRAMUS)Administração: Costa & Valle Copyright Mgt (ABRAMUS)Publicado em 2003 (21/Fev) e lançado em 2003 (01/Mai)ECAD verificado obra #18569796 e fonograma #546380 em 21/Out/2024